SNACKS SANITÁRIOS, FRUTAS DESIDRADAS

Localização :
Sátão, Viseu

Entidades envolvidas :
FRUEAT - Produtos Alimentares Lda.

Entidades / página da Web do projeto :

https://fruut.pt/

Facebook FRUUT

Instagram FRUUT

Linkedin FRUUT

Categoria de economia circular em que a boa prática é enquadrada :

  • Recuperar
  • Tipo de produto / serviço que constitui a boa prática :
    Agroalimentario

    Descrição geral das boas práticas :

    A Frueat nasceu em 2013 com a missão de fazer o bem às pessoas e o bem ao mundo. Há toneladas de alimentos, incluindo frutas frescas, que acabam como desperdício. No caso das frutas frescas, acontece, por exemplo, quando a peça tem defeitos ou um tamanho menor. Com estas frutas, feias por fora mas bonitas por dentro, a Frueat produz os seus snacks saudáveis. Através de um processo de desidratação por circulação de ar quente, a empresa produz snacks 100% naturais de frutas desidratadas, sem adição de açúcares, sem conservantes, com elevado teor de fibras e sem glúten. No fundo, uma nova vida é dada ao fruto "feio", geralmente descartado pelos grandes circuitos de distribuição.

    Todo o projeto é circular, procurando uma produção o mais sustentável possível. A fim de aproveitar ao máximo a fruta, a empresa aproveita as conchas e carozos para alimentação animal e fertilização do solo. Não são utilizados produtos químicos na produção e apenas a água é utilizada para limpar e transportar os frutos ao longo de várias fases do processo de produção. Recentemente, a empresa também começou a usar painéis fotovoltaicos, o que permitiu reduzir o consumo de energia. 

    Descrição específica e quantificada :

    - Em 2021, a empresa instalou 225 painéis fotovoltaicos com o objetivo de reduzir a sua pegada ecológica (através da redução das emissões de carbono) e alcançar a autossuficiência energética, tornando-se mais autónoma e menos dependente da rede elétrica pública. Atualmente, 40% da energia consumida na fábrica provém de painéis fotovoltaicos.

    - A empresa aproveita as conchas e carozos resultantes da produção de petiscos para alimentação animal e fertilização do solo. Geralmente, estes materiais são utilizados pelos agricultores locais, ajudando a reduzir a distância de distribuição e reduzindo os impactos do transporte. Desde 2013, a empresa já reutilizou mais de 700 toneladas de conchas e carcaças.